Esse poema sim, virou música

Simples Temporal

Agora estou aqui sentado num instante
Como um brilho você vê pelo canto dos meus olhos
Logo não está mais e sempre tive medo
Tente se molhar no rio sem deixar a correnteza te levar.

Lapso de tempo me impede de dormir
Aquilo que eu sonhava, era mais que um sonho
Pisque, sopre e mande aquela carta que voltou
Sinta e rasgue o vento ao mesmo tempo com as palavras de amor

Ela está no fundo,
No futuro, que vem em ondas leves
Sirva-se do fogo
Corrosivo, simples vida, morte e nada mais

Por Thiago Nambara

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